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carlosalberto
Sábado, 30 de Julho de 2016
...

Doi muito amar e não ser amado, mas só outra paixão alivia a anterior e a torna um fardo menor nas costas da nossa vida

 

Carlos Alberto Correia

publicado por contoselendas às 20:25
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Sábado, 16 de Julho de 2016
...

Lembro-me do nosso primeiro beijo

Mas decerto seria-me difícil te levar lá de novo

A memória dos lugares me é fraca… desculpa

Os momentos dessa louca paixão foram tantos

Que me é difícil lembrar todos.

Desejava ter para todos os momentos uma

Máquina fotográfica para os poder ter registados

Para ao olhar nesses registos e me lembrar

De tudo o que senti e vivi contigo

Mas decerto iria perder algo contigo

Algum momento, ao fazer esses registos

Da minha parca memória peço-te perdão

A única memória que me resta é a de tudo

O que sempre sinto e vivo contigo.

 

Carlos Alberto Correia

publicado por contoselendas às 23:46
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Terça-feira, 12 de Abril de 2016
O Pássaro Chica-Amorica

O Pássaro Chica-Amorica

        Era uma vez um pássaro chamados Chica-Amorica. Tinha o ninho e três filhos no alto de um carvalho. E cantava, feliz da vida. Chegou então a raposa e perguntou:

     - Quem está a cantar em tão alto carvalho?

    E logo o pássaro respondeu:

    - É a Chica-Amorica e seus filhos três.

    E disse a raposa:

    - Pois deita para cá um, senão alço o rabo, corto o carvalho e como Chica-Amorica e seus filhos três. Cheia de medo, a avezinha deitou um filho para fora do ninho e toda a noite chorou. No dia seguinte, voltou a raposa e perguntou:      

    - Quem chora em tão alto carvalho?

    E logo Chica-Amorica respondeu:

    - É a Chica-Amorica com seus filhos dois,

    E a raposa tornou:

    - Pois deita para cá um, senão alço o rabo, corto o carvalho e como Chica-Amorica e seus filhos dois.

     Sem parar de chorara a avezinha deitou um filho para fora do ninho. Pouco de pois passou por ali o mocho que era compadre da Chica-Amorica. Ao ouvir chorar, perguntou:

    - Quem esta a chorar no alto deste carvalho?

    E veio a resposta:

    - É a Chica-Amorica e seu filho único. Passou por aqui a raposa e disse que cortava o carvalho com o rabo e que me engolia junto com os meus filhos. Já levou dois e não deve tardar para vir buscar o último.

    O mocho disse-lhe que não se afligisses e ensinou as respostas que devia dar á raposa. E ficou por ali a passear até que apareceu a raposa. E logo veio a pergunta, mas Chica-Amorica tinha aprendido a lição e respondeu que rabo de raposa não corta carvalho. Irritada a raposa gritou:

    - Isso são conselhos do teu compadre!

    O mocho apareceu e disse:

    - Pois!

    A raposa disse então ao Mocho que pusesse um pé no chão e o outro no ar. Este a sim fez e disse:

    - Pois.

    - Agora fecha um olho e abre o outro - ordenou a raposa.

    Era o que a raposa queria. Engoliu o Mocho e desatou a correr enquanto gritava:

    - Mocho comi! Mocho comi!

    O Mocho, que tinha ficado inteiro na boca da apressada raposa, gritou:

    - Berra mais alto para a minha família ouvir.

    A raposa abriu muito a boca, o Mocho fugiu e gritou:

    - A outro, a outro que a mim não!

 

Fonte: http://culturapopular.no.sapo.pt

publicado por contoselendas às 01:04
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Terça-feira, 29 de Dezembro de 2015
Tu

Esta voz que ouço, eu conheço

De algum lado!... mas eu estou noutro local…

Noutro mundo de meus pensamentos,

Esta voz que ouço, eu conheço

De algum lado!... mas eu estou noutro local…

Noutro mundo de meus pensamentos,

Certamente não é para mim que fala

Esta cara que vejo, eu conheço,

De algum lado!... mas eu estou noutro local…

Noutro mundo de meus pensamentos,

Esta voz diz algo, que não é para mim, pois

Não é meu nome que “chama”, mas conheço-a, e

Aquela cara que vejo no vidro, eu conheço…

“Enganou-se no meu nome!”, exclamo a mim mesmo,

Num tom de “voz” cheio de razão…

Acordo volto ao presente e sorrio para ti.

 

Contoselendas

publicado por contoselendas às 03:06
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015
A Boneca

Levantei a cabeça como se do sol

Fosse a procura, mas lá estava a janela

De seu quarto, sua boneca continuava lá

Calva, até as bonecas perdem o cabelo

Da idade, e dos sonhos vividos juntos…

Ou daqueles que já não vivem, pois ela

Já não vive naquele quarto, faz anos, de

Memórias de alegrias e tristezas partilhadas.

De costas viradas para a janela espera-a,

Fixando seu olhar na porta anseia...

Pelo dia que volte a seu quarto e a abrace.

Talvez eu as volte a ver juntas a olhar da janela.

 

Contoselendas

publicado por contoselendas às 19:15
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Sábado, 7 de Fevereiro de 2015
Sento-me

Sento-me, a olhar o mar.

Estamos em janeiro, como naquele ano

Em que daqui o observava, e nas suas

Ondas deixava ir tudo o que um dia senti

Por ti. Todas as mágoas e ressentimentos

Se foram desfazendo em espuma, no rebentar

Das ondas e afogaram-se. Ficou o amor, sim…,

O amor por mim vivido e em ti projetado, confuso,

Que se julgava tua pertença. Julgava-se tua

Pertença mas não o era, nem nunca o foi. Era e é meu!

Ame quem amar, sempre será exclusivamente meu.

O amor vive-se cá dentro e não é refém de ninguém.

Demorou perceber isso, demorou… muito. Demorou

Até aquele momento em que junto ao mar o passei

Por água, todo o lixo se foi, tudo o que não valia a pena

As águas levaram, tudo o que te ligava a ele se dissipou.

Recolhi-o, límpido. Hoje, somente, sobrevive a memória

Da minha entrega a alguém que o não merecia. Hoje

Sobrevivo, feliz por amar-me. Hoje observo o mar com

A ternura do meu amor. Sento-me, a olhar o amor.

 

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publicado por contoselendas às 01:29
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2015
...

Um jovem de 24 anos, olhando pela janela de um trem, gritou:

– Pai, olhe as arvores andando para trás!

O pai sorriu e um casal que estava sentado próximo a eles olhou para o comportamento infantil do rapaz de 24 anos com piedade.

De repente, o rapaz novamente exclamou empolgadíssimo:

– Pai, veja as nuvens correndo com a gente!

O casal não resistiu, e pensando que o rapaz era mentalmente deficiente, viraram para o velho homem (pai do rapaz) e disseram:

– Porque você não o leva a um bom médico?

O velho sorriu, olhou para o filho que estava olhando pela janela do trem, e ao voltar o olhar para o casal respondeu:

– Eu fiz isto… E acabamos de sair do hospital… Meu filho era cego de nascença e acabou de ganhar estes olhos hoje…!

Moral da História: Cada pessoa no planeta tem uma história, a sua verdade. Não julgue as pessoas antes de realmente conhece-las. A verdade pode te surpreender!!!

publicado por contoselendas às 01:31
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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014
Rosas que já tinham morrido

Passava os dias vendo fotografias

Daquele tempo já passado

A vida era linda nesse tempo já vivido

Outrora tudo eram rosas

Rosas das mais velas que tinha visto

Das mais belas com que pode sonhar

Das mais belas com as quais já não podia sonhar

Era o passado vivido naquele presente

Era o presente vivido no passado sem futuro

Eram rosas que já tinham morrido.

 

Contoselendas

 

publicado por contoselendas às 21:28
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Domingo, 13 de Julho de 2014
No Inicio ...

No Inicio não existia comprimento, altura, largura, ou

Até mesmo tempo. Não existia passado, presente ou

Futuro. Existia o Agora sem tempo sem memórias.

Não existia Terra, Agua, Ar e Fogo. Nada existia e tudo  existia,

Como uma orquestra em harmonia. Tudo era um eu, e um

Eu era tudo. Mas algo se passou, uma desarmonia de

Orquestra, que gerou um desassossego geral, que

Agitou a consciência do um eu, nascendo o um

Nós. Um nós que, não raras vezes, achava-se um

Eles. Nasceu a desunião, todos criaram uma autoestima

Independente dos demais e cresceram como um feto, um

Recém-nascido, um bebé, uma criança, um jovem, um  adulto…

 

 

Contoselendas

publicado por contoselendas às 02:08
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Quarta-feira, 2 de Julho de 2014
Fundo do mar

Fundo do mar
No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.

Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.

Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.

Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.

 

Sophia de Mello Breyner Andresen
Obra Poética I
Caminho

publicado por contoselendas às 20:42
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