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Quinta-feira, 21 de Dezembro de 2006
Poema de Natal

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.

 

Vinicius de Moraes

Um Feliz Natal Para Todos

publicado por contoselendas às 12:22
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Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2006
Thank God It’s Christmas

Oh my love we’ve had our share of tears
Oh my friend we’ve had our hopes and fears
Oh my friends it’s been a long hard year
But now it’s christmas
Yes it’s christmas
Thank God it’s christmas

The moon and stars seem awful cold and bright
Let’s hope the snow will make this christmas right
My friend the world will share this special night
Because it’s christmas
Yes it’s christmas
Thank God it’s christmas
For one night

Thank God it’s christmas yeah
Thank God it’s christmas
Thank God it’s christmas
Can it be christmas?
Let it be christmas
Ev’ry day

Oh my love we’ve lived in troubled days
Oh my friend we have the strangest ways
All my friends on this one day of days
Thank God it’s christmas
Yes it’s christmas
Thank God it’s christmas
For one day

Thank God it’s christmas
Yes it’s christmas
Thank God it’s christmas
Oooh yeah
Thank God it’s christmas
Yes yes yes yes it’s christmas
Thank God it’s christmas
For one day

A very merry christmas to you all

 

Freddie Mercury

publicado por contoselendas às 11:54
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Sábado, 16 de Dezembro de 2006
...

Não percas esse teu sorriso

Belo, como as flores do jardim

Que transporta sonhos…

Esse sorriso contagiante, jovem

Cheio de esperança nesta vida

Que faz qualquer um sonhar

Que tudo é possível

Sorri!

 

Contoselendas
publicado por contoselendas às 16:09
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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2006
ANATOMIA (parte110)...

publicado por contoselendas às 19:08
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Domingo, 10 de Dezembro de 2006
A veia do poeta

Cansado do movimento
Que percorre a linha recta
Fui ficando mais atento
Ao voo da borboleta
Fui subindo em espiral
Declarando-me estafeta
Entre o corpo do real
E a veia do poeta

Mas ela não se detecta
À vista desarmada
E o sangue que lá corre
Em torrente delicada
É a lágrima perpétua
Sai da ponta da caneta
Vai ao fim da via láctea
E cai no fundo da gaveta

Ai de quem nunca guardou
Um pouco da sua alma
Numa folha secreta
Ai de quem nunca guardou
Um pouco da sua alma
No fundo duma gaveta
Ai de quem nunca injectou
Um pouco da sua mágoa
Na veia do poeta

 

Rui Veloso

publicado por contoselendas às 00:29
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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2006
O Lenhador e a Raposa

    Um lenhador acordava todos os dias às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bichano de estimação e de sua total confiança. Todos os dias, o lenhador — que era viúvo — ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebé. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
    Sistematicamente, os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um animal selvagem, e, portanto, não era confiável. Quando sentisse fome comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: “Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai devorar seu filho!”
    Um dia, o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou à casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com a boca totalmente ensanguentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, deu uma machadada na cabeça da raposa. A raposinha morreu instantaneamente.
    Desesperado, entrou correndo no quarto. Encontrou seu filho no berço, dormindo tranquilamente, e, ao lado do berço, uma enorme cobra morta.

publicado por contoselendas às 00:01
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Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2006
ANATOMIA (parte109)...

publicado por contoselendas às 01:04
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2006
Dialética

É claro que a vida é boa

E a alegria, a única indizível emoção

É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples

É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...

 

Vinicius de Moraes

publicado por contoselendas às 23:32
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Sábado, 2 de Dezembro de 2006
O Estranho

Olho a minha volta

Tudo está… como estava

As pessoas, os objectos

Tudo…absolutamente tudo

No entanto tudo me parece estranho

Só eu é que não estou…

No mesmo sitio

Me estranho

Minha cabeça anda algures

Perdida no vazio.

 

Contoselendas

publicado por contoselendas às 11:33
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Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2006
1º de Dezembro De 1640 - Restauração

A Restauração da Independência é um feriado comemorado em Portugal anualmente no dia 1 de Dezembro, para assinalar a recuperação da independência nacional face à Espanha em 1640, que durante 60 anos ocupou o país e o oprimiu.

A morte de D. Sebastião (1557-1578) na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique (1578-1580), deu origem a uma crise dinástica. Nas Cortes de Tomar de 1581, Felipe II de Espanha é aclamado rei de Portugal. Durante sessenta anos Portugal sofreu o domínio filipino. No dia 1 de Dezembro de 1640, os Portugueses restauraram a sua independência. Subiu ao trono D. João IV .

fonte: Wikipedia

publicado por contoselendas às 23:24
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