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carlosalberto
Domingo, 31 de Agosto de 2008
...

O homem fora condenado à morte. E quando o foram buscar para o executarem, estava enfronhado na resolução de um problema de palavras cruzadas. Faltava-lhe uma apenas para preencher todo o quadrado, mas sobravam-lhe ou faltavam-lhe sempre letras nas que lhe iam ocorrendo e não entravam nas outras. Pediu que lhe deixassem levar o papel para ir pensando melhor na solução. Mas os guardas acharam a coisa absurda até porque levava as mãos algemadas. Então por um momento fixou o quadrado intensamente e partiu com a certeza de que o não esquecia para ir pensando entretanto na solução. E assim quando lhe enfiavam o baraço no pescoço ele viu num relâmpago a palavra que faltava. E foi tal o entusiasmo que no instante de o dependurarem não pôde aguentar-se e largou um berro – merda! Que ordinário, pensou o carrasco, enquanto abria o alçapão.

 

Vergílio Ferreira In “Escrever” – Edição de Helder Godinho

 

publicado por contoselendas às 00:10
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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008
Há dias....

Há dias… em que nosso coração fica “duro”. Deixamo-nos ir nas contingências da vida e esquecemo-nos de reparar no que nos rodeia. Em nós próprios. Naqueles que amamos. Adormecemos por vezes nesse sono. Um dia teremos de acordar, pois os sonos não são eternos e existem os pesadelos…Quando acordamos muitas vezes já é tarde para dizer e fazer tudo aquilo que um dia sonhamos com aqueles que amamos.

 

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publicado por contoselendas às 12:27
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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008
A Casa

Entrei pela casa dentro. Não tinha portas…, nem janelas, … nem móveis, … nada. Estava vazia. Era um vazio e ao mesmo tempo um labirinto imenso. Um labirinto sem fim onde qualquer um se perdia depois de entrar uma porta – que não existia – atrás de outra…e de outra. Era o infinito… e o finito daquelas paredes… a cair, que flanqueavam cada compartimento… vazio. Vazio… onde me perdia … e quando me encontrava estava noutro compartimento da casa. Era noite! Na noite só há duas cores, a escuridão… e a luz, que pode surgir a qualquer momento de onde menos se espera.

Aquela noite era diferente não havia luz na rua. A casa velha, também não tinha luz – electricidade. Era um vazio… um abismo entre a ausência e a comparência. Repentinamente, sem saber como e porquê, se fez luz e a casa desapareceu… já não havia… portas – sem portas …, janelas – sem janelas…, labirinto. Era o fim…Era o inicio.

 

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publicado por contoselendas às 23:12
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Domingo, 10 de Agosto de 2008
harmonia

Olho e vejo tudo calmo

Tudo parece em paz

E harmonia … reina a

Felicidade…todos riem

Gargalhadas de fazer tremer

 

O moribundo… só, … sem pelo

Menos uma palavra de conforto

Vai morrendo…

                             …rindo.

 

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publicado por contoselendas às 19:14
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Terça-feira, 5 de Agosto de 2008
O resto és tu....

À tempo… tempo o que é feito

De ti,…Ontem eras Sol, Vento e

Chuva, … Hoje a saudade de tudo

O que vivi.

 

Do tempo passado olho hoje com

Saudades, …Do tempo futuro com

Optimismo,… Dá-me Sol, Vento e

Chuva,… que o resto és tu…. Tempo.

 

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publicado por contoselendas às 01:45
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