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carlosalberto
Sábado, 22 de Julho de 2006
Desabafos...

Epilepsia

O Meu testemunho

    Vivi 19 Anos da minha vida, dos 5 aos 24 anos, angustiado pela excessiva protecção e pelos relatos que a minha família me trazia ao conhecimento sobre as crises epilépticas de que sofria. Nunca quis acreditar que as coisas fosem assim tão graves, até porque na escola ninguém se apercebia das minhas crises.

    Tentei desde os meus 11 anos saber o que realmente era a epilepsia. Meus Pais que eram Bons Pais, apesar da protecção excessiva, deram-me aquilo que eu precisava para ficar esclarecido, os livros que pedia eles davam-me. Li …li …li…e fiquei a saber que a epilepsia é uma doença do sistema nervoso, nada comparável com aquelas expressões:"Estas a ter um ataque Epiléptico!", que se ouvia na minha infância quando alguém se comportava de forma desenquadrada com a "norma". Afinal não era um "maluquinho".

    Minha epilepsia chamava-se Epilepsia Parcial Complexa ou do Lobo Temporal, os sintomas eram ficar inconsciente durante uns segundos, sem cair no chão e podendo ter ou não um comportamento inadequado com a situação em que me encontrava, por ex. levantar-me enquanto comia sem um motivo e ficar parado ou mastigar. Nestas alturas era o cérebro que desordenadamente enviava "mensagens" ao corpo para eu me comportar assim e ficando como já disse inconsciente durante esse período.

    Fui correndo de médico em médico e não encontravam solução para a minha doença, eu que não tinha preconceito, ao contrário de minha família, por causa da doença falava com professores e pessoas conhecidas tentando saber se alguém conheceria quem soubesse tratar a doença.

    Um dia uma professora, contou-me que o seu marido tinha tido epilepsia e que esta tinha sido controlada, fiquei feliz, e disse-me que tinha sido no Hospital de Santo António.

    Cheguei a casa falei com minha mãe o que a "stora" havia dito.

    Nas consultas que se seguiram com o "meu" neurologista pedi para que este desse autorização para ser tratado no Hospital de Santo António. Eu precisava da autorização do médico pois a minha caixa era a dos Correios, ao fim de varias consultas ele rendeu-se as evidencias e deu-me o termo que necessitava para ser consultado no Hospital.

    Dois anos depois já não tinha crises.

publicado por contoselendas às 01:08
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