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Sexta-feira, 18 de Agosto de 2006
Feiticeira

De que noite demorada
Ou de que breve manhã
Vieste tu, feiticeira
De nuvens deslumbrada

De que sonho feito mar
Ou de que mar não sonhado
Vieste tu, feiticeira
Aninhar-te ao meu lado

De que fogo renascido
Ou de que lume apagado
Vieste tu, feiticeira
Segredar-me ao ouvido

De que fontes de que águas
De que chão de que horizonte
De que neves de que fráguas
De que sedes de que montes
De que norte de que lida
De que deserto de morte
Vieste tu feiticeira
Inundar-me de vida.

Letra: Francisco Viana  Musica: Luis Represas

publicado por contoselendas às 12:01
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2 comentários:
De mustbe a 18 de Agosto de 2006 às 13:11
Posso confessar uma coisa? "Roubei" este poema de hoje e mandei-o para muito, muito longe... mas citando a fonte, como me competia. Estarei desculpado?
Continuo a vir aqui repousar um pouco e o mesmo aconselharia mesmo a quem seja "Big"...
De Lammazze a 18 de Agosto de 2006 às 22:00
"Vieste tu feiticeira, segredar-me ao ouvido "
:)

Acho lindo este texto, e é uma das poucas músicas que gosto de ouvir do Luis Represas..
Vim dar uma vista de olhos ao teu espaço.
Bom fim de semana !
Lammazze

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