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carlosalberto
Sábado, 16 de Dezembro de 2017
A Estrela de Natal

estrela de natal.jpg

 

— Este ano — disse o senhor Bontempo no fim do pequeno-almoço — havemos de fazer uma árvore de Natal enorme, magnífica.

— Pois claro — respondeu a senhora Bontempo, toda risonha, olhando para o tecto da sua grande casa nova. — Pois claro, podemos arranjar uma muito grande.

Os cinco meninos Bontempo fecharam os olhos para poderem imaginá-la à sua vontade. E à noite, quando o senhor Bontempo trouxe para casa caixas e caixas cheias de enfeites novos para a árvore, toda a família o rodeou imediatamente.

Deve dizer-se que eram enfeites magníficos! Grandes bolas prateadas capazes de fazer inveja a todas as árvores da terra, frutos de vidro, sininhos brilhantes que tocavam a valer, e pássaros cor do arco-íris, de asas abertas. E, por fim, o mais belo, o mais cintilante dos anjos.

— O anjo irá para o cimo da árvore — disse o senhor Bontempo com orgulho. — A estrela que costumávamos lá pôr serviu durante muito tempo; agora quero uma coisa diferente.

A senhora Bontempo já não sorria, e os cinco meninos também não.

— O quê! — pensava ela com tristeza. — Aquela estrela que sempre vi no cimo de todas as árvores de Natal da minha infância!

«Aquela estrela é a primeira coisa em que nós pensamos quando falamos em Natal», disseram consigo os dois mais velhos.

A Maria e o Miguel, os mais novinhos, também pensavam que ficariam muito tristes se a estrela não estivesse no seu lugar no cimo da árvore.

E a Marta, a mais pequenina, exclamou:

— Ó pai, eu quero a estrela!

Então o senhor Bontempo teve uma ideia luminosa. Com muito cuidado, pousou o anjo em cima da chaminé e disse:

— O lugar dele é aqui. Não fica bem? Afinal, parece-me que se a árvore de Natal for muito rica deixará de ser a nossa árvore de Natal.

E toda a família Bontempo soltou um suspiro de alívio. Sentaram-se à mesa com os olhos a brilhar, como se a velha estrela tão querida de todos se reflectisse em cada olhar.

Maria Isabel de Mendonça Soares in 365 Histórias de Encantar, da Verbo Infantil, 1955

publicado por contoselendas às 00:28
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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
A Menina dos Fósforos - H. Christian Andersen

a menina dos fosforos.jpg

 

Estava tanto frio! A neve não parava de cair e a noite aproximava-se.

Aquela era a última noite de Dezembro, véspera do dia de Ano Novo. Perdida no meio do frio intenso e da escuridão, uma pobre rapariguinha seguia pela rua fora, com a cabeça descoberta e os pés descalços. É certo que ao sair de casa trazia um par de chinelos, mas não duraram muito tempo, porque eram uns chinelos que já tinham pertencido à mãe, e ficavam-lhe tão grandes, que a menina os perdeu quando teve de atravessar a rua a correr para fugir de um elétrico. Um dos chinelos desapareceu no meio da neve, e o outro foi apanhado por um garoto que o levou, pensando fazer dele um berço para a irmã mais nova brincar.

Por isso, a rapariguinha seguia com os pés descalços e já roxos de frio; levava no avental uma quantidade de fósforos, e estendia um maço deles a toda a gente que passava, apregoando:

— Quem compra fósforos bons e baratos?

Mas o dia tinha-lhe corrido mal. Ninguém comprara os fósforos, e, portanto, ela ainda não conseguira ganhar um tostão.

Sentia fome e frio, e estava com a cara pálida e as faces encovadas. Pobre rapariguinha! Os flocos de neve caíam-lhe sobre os cabelos compridos e loiros, que se encaracolavam graciosamente em volta do pescoço magrinho; mas ela nem pensava nos seus cabelos encaracolados. Através das janelas, as luzes vivas e o cheiro da carne assada chegavam à rua, porque era véspera de Ano Novo. Nisso, sim, é que ela pensava.

Sentou-se no chão e encolheu-se no canto de um portal. Sentia cada vez mais frio, mas não tinha coragem de voltar para casa, porque não vendera um único maço de fósforos, e não podia apresentar nem uma moeda, e o pai era capaz de lhe bater. E afinal, em casa também não havia calor.

A família morava numa água-furtada, e o vento metia-se pelos buracos das telhas, apesar de terem tapado com farrapos e palha as fendas maiores.

Tinha as mãos quase paralisadas com o frio. Ah, como o calorzinho de um fósforo aceso lhe faria bem! Se ela tirasse um, um só, do maço, e o acendesse na parede para aquecer os dedos! Pegou num fósforo e: Fcht!, a chama espirrou e o fósforo começou a arder! Parecia a chama quente e viva de uma candeia, quando a menina a tapou com a mão.

Mas, que luz era aquela? A menina julgou que estava sentada em frente de um fogão de sala cheio de ferros rendilhados, com um guarda-fogo de cobre reluzente. O lume ardia com uma chama tão intensa, e dava um calor tão bom! Mas, o que se passava? A menina estendia já os pés para se aquecer, quando a chama se apagou e o fogão desapareceu. E viu que estava sentada sobre a neve, com a ponta do fósforo queimado na mão.

Riscou outro fósforo, que se acendeu e brilhou, e o lugar em que a luz batia na parede tornou-se transparente como tule. E a rapariguinha viu o interior de uma sala de jantar onde a mesa estava coberta por uma toalha branca, resplandecente de loiças finas, e mesmo no meio da mesa havia um ganso assado, com recheio de ameixas e puré de batata, que fumegava, espalhando um cheiro apetitoso. Mas, que surpresa e que alegria! De repente, o ganso saltou da travessa e rolou para o chão, com o garfo e a faca espetados nas costas, até junto da rapariguinha. O fósforo apagou-se, e a pobre menina só viu na sua frente a parede negra e fria.

E acendeu um terceiro fósforo. Imediatamente se encontrou ajoelhada debaixo de uma enorme árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que outra que tinha visto no último Natal, através da porta envidraçada, em casa de um rico comerciante. Milhares de velinhas ardiam nos ramos verdes, e figuras de todas as cores, como as que enfeitam as montras das lojas, pareciam sorrir para ela.

A menina levantou ambas as mãos para a árvore, mas o fósforo apagou-se, e todas as velas de Natal começaram a subir, a subir, e ela percebeu então que eram apenas as estrelas a brilhar no céu. Uma estrela maior do que as outras desceu em direcção à terra, deixando atrás de si um comprido rasto de luz.

«Foi alguém que morreu», pensou para consigo a menina; porque a avó, a única pessoa que tinha sido boa para ela, mas que já não era viva, dizia-lhe muita vez: «Quando vires uma estrela cadente, é uma alma que vai a caminho do céu.»

Esfregou ainda mais outro fósforo na parede: fez-se uma grande luz, e no meio apareceu a avó, de pé, com uma expressão muito suave, cheia de felicidade!

— Avó! — gritou a menina — leva-me contigo! Quando este fósforo se apagar, eu sei que já não estarás aqui. Vais desaparecer como o fogão de sala, como o ganso assado, e como a árvore de Natal, tão linda.

Riscou imediatamente o punhado de fósforos que restava daquele maço, porque queria que a avó continuasse junto dela, e os fósforos espalharam em redor uma luz tão brilhante como se fosse dia. Nunca a avó lhe parecera tão alta nem tão bonita. Tomou a neta nos braços e, soltando os pés da terra, no meio daquele resplendor, voaram ambas tão alto, tão alto, que já não podiam sentir frio, nem fome, nem desgostos, porque tinham chegado ao reino de Deus.

Mas ali, naquele canto, junto do portal, quando rompeu a manhã gelada, estava caída uma rapariguinha, com as faces roxas, um sorriso nos lábios… morta de frio, na última noite do ano.

O dia de Ano Novo nasceu, indiferente ao pequenino cadáver, que ainda tinha no regaço um punhado de fósforos.

— Coitadinha, parece que tentou aquecer-se! — exclamou alguém.

Mas nunca ninguém soube quantas coisas lindas a menina viu à luz dos fósforos, nem o brilho com que entrou, na companhia da avó, no Ano Novo.

Hans Christian Andersen in Os mais belos contos de Amor e Esperança | Tradução: Ricardo Gouveia

 

publicado por contoselendas às 21:20
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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016
Sonho

Lá longe onde vives, existem

Rios, montanhas, e belos lagos

Aonde a paz é infinita e o paraíso

É visível a quem o procura

Surpreendendo quem nem o sonha

Lá longe onde vives, residem os

Meus sonhos, tua alegria e

Toda a generosidade que

Só podem ser visíveis a quem

Pretende ver o invisível.

 

Contoselendas

publicado por contoselendas às 22:19
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Sábado, 30 de Julho de 2016
...

Doi muito amar e não ser amado, mas só outra paixão alivia a anterior e a torna um fardo menor nas costas da nossa vida

 

Carlos Alberto Correia

publicado por contoselendas às 20:25
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Sábado, 16 de Julho de 2016
...

Lembro-me do nosso primeiro beijo

Mas decerto seria-me difícil te levar lá de novo

A memória dos lugares me é fraca… desculpa

Os momentos dessa louca paixão foram tantos

Que me é difícil lembrar todos.

Desejava ter para todos os momentos uma

Máquina fotográfica para os poder ter registados

Para ao olhar nesses registos e me lembrar

De tudo o que senti e vivi contigo

Mas decerto iria perder algo contigo

Algum momento, ao fazer esses registos

Da minha parca memória peço-te perdão

A única memória que me resta é a de tudo

O que sempre sinto e vivo contigo.

 

Carlos Alberto Correia

publicado por contoselendas às 23:46
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Terça-feira, 12 de Abril de 2016
O Pássaro Chica-Amorica

O Pássaro Chica-Amorica

        Era uma vez um pássaro chamados Chica-Amorica. Tinha o ninho e três filhos no alto de um carvalho. E cantava, feliz da vida. Chegou então a raposa e perguntou:

     - Quem está a cantar em tão alto carvalho?

    E logo o pássaro respondeu:

    - É a Chica-Amorica e seus filhos três.

    E disse a raposa:

    - Pois deita para cá um, senão alço o rabo, corto o carvalho e como Chica-Amorica e seus filhos três. Cheia de medo, a avezinha deitou um filho para fora do ninho e toda a noite chorou. No dia seguinte, voltou a raposa e perguntou:      

    - Quem chora em tão alto carvalho?

    E logo Chica-Amorica respondeu:

    - É a Chica-Amorica com seus filhos dois,

    E a raposa tornou:

    - Pois deita para cá um, senão alço o rabo, corto o carvalho e como Chica-Amorica e seus filhos dois.

     Sem parar de chorara a avezinha deitou um filho para fora do ninho. Pouco de pois passou por ali o mocho que era compadre da Chica-Amorica. Ao ouvir chorar, perguntou:

    - Quem esta a chorar no alto deste carvalho?

    E veio a resposta:

    - É a Chica-Amorica e seu filho único. Passou por aqui a raposa e disse que cortava o carvalho com o rabo e que me engolia junto com os meus filhos. Já levou dois e não deve tardar para vir buscar o último.

    O mocho disse-lhe que não se afligisses e ensinou as respostas que devia dar á raposa. E ficou por ali a passear até que apareceu a raposa. E logo veio a pergunta, mas Chica-Amorica tinha aprendido a lição e respondeu que rabo de raposa não corta carvalho. Irritada a raposa gritou:

    - Isso são conselhos do teu compadre!

    O mocho apareceu e disse:

    - Pois!

    A raposa disse então ao Mocho que pusesse um pé no chão e o outro no ar. Este a sim fez e disse:

    - Pois.

    - Agora fecha um olho e abre o outro - ordenou a raposa.

    Era o que a raposa queria. Engoliu o Mocho e desatou a correr enquanto gritava:

    - Mocho comi! Mocho comi!

    O Mocho, que tinha ficado inteiro na boca da apressada raposa, gritou:

    - Berra mais alto para a minha família ouvir.

    A raposa abriu muito a boca, o Mocho fugiu e gritou:

    - A outro, a outro que a mim não!

 

Fonte: http://culturapopular.no.sapo.pt

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Terça-feira, 29 de Dezembro de 2015
Tu

Esta voz que ouço, eu conheço

De algum lado!... mas eu estou noutro local…

Noutro mundo de meus pensamentos,

Esta voz que ouço, eu conheço

De algum lado!... mas eu estou noutro local…

Noutro mundo de meus pensamentos,

Certamente não é para mim que fala

Esta cara que vejo, eu conheço,

De algum lado!... mas eu estou noutro local…

Noutro mundo de meus pensamentos,

Esta voz diz algo, que não é para mim, pois

Não é meu nome que “chama”, mas conheço-a, e

Aquela cara que vejo no vidro, eu conheço…

“Enganou-se no meu nome!”, exclamo a mim mesmo,

Num tom de “voz” cheio de razão…

Acordo volto ao presente e sorrio para ti.

 

Contoselendas

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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015
A Boneca

Levantei a cabeça como se do sol

Fosse a procura, mas lá estava a janela

De seu quarto, sua boneca continuava lá

Calva, até as bonecas perdem o cabelo

Da idade, e dos sonhos vividos juntos…

Ou daqueles que já não vivem, pois ela

Já não vive naquele quarto, faz anos, de

Memórias de alegrias e tristezas partilhadas.

De costas viradas para a janela espera-a,

Fixando seu olhar na porta anseia...

Pelo dia que volte a seu quarto e a abrace.

Talvez eu as volte a ver juntas a olhar da janela.

 

Contoselendas

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Sábado, 7 de Fevereiro de 2015
Sento-me

Sento-me, a olhar o mar.

Estamos em janeiro, como naquele ano

Em que daqui o observava, e nas suas

Ondas deixava ir tudo o que um dia senti

Por ti. Todas as mágoas e ressentimentos

Se foram desfazendo em espuma, no rebentar

Das ondas e afogaram-se. Ficou o amor, sim…,

O amor por mim vivido e em ti projetado, confuso,

Que se julgava tua pertença. Julgava-se tua

Pertença mas não o era, nem nunca o foi. Era e é meu!

Ame quem amar, sempre será exclusivamente meu.

O amor vive-se cá dentro e não é refém de ninguém.

Demorou perceber isso, demorou… muito. Demorou

Até aquele momento em que junto ao mar o passei

Por água, todo o lixo se foi, tudo o que não valia a pena

As águas levaram, tudo o que te ligava a ele se dissipou.

Recolhi-o, límpido. Hoje, somente, sobrevive a memória

Da minha entrega a alguém que o não merecia. Hoje

Sobrevivo, feliz por amar-me. Hoje observo o mar com

A ternura do meu amor. Sento-me, a olhar o amor.

 

Contoselendas

publicado por contoselendas às 01:29
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2015
...

Um jovem de 24 anos, olhando pela janela de um trem, gritou:

– Pai, olhe as arvores andando para trás!

O pai sorriu e um casal que estava sentado próximo a eles olhou para o comportamento infantil do rapaz de 24 anos com piedade.

De repente, o rapaz novamente exclamou empolgadíssimo:

– Pai, veja as nuvens correndo com a gente!

O casal não resistiu, e pensando que o rapaz era mentalmente deficiente, viraram para o velho homem (pai do rapaz) e disseram:

– Porque você não o leva a um bom médico?

O velho sorriu, olhou para o filho que estava olhando pela janela do trem, e ao voltar o olhar para o casal respondeu:

– Eu fiz isto… E acabamos de sair do hospital… Meu filho era cego de nascença e acabou de ganhar estes olhos hoje…!

Moral da História: Cada pessoa no planeta tem uma história, a sua verdade. Não julgue as pessoas antes de realmente conhece-las. A verdade pode te surpreender!!!

publicado por contoselendas às 01:31
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